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Mente ativa e saudável na terceira idade: saiba os exercícios que ajudam

Sempre ouvimos como é importante incluir os exercícios físicos na nossa rotina. Afinal, cuidar bem do nosso corpo é fundamental para uma vida de qualidade

O que não podemos nos esquecer é de atrelar a esse hábito o cuidado com a saúde mental e neurológica. O dito popular “Corpo são, mente sã”, de fato, faz sentido, principalmente na melhor idade.

Com o passar dos anos, nosso corpo perde neurônios e, assim, ao envelhecermos, aparecem os primeiros sintomas de que nossa mente já não é mais tão ativa como antes, então começam a acontecer esquecimentos e confusões.

O que é preciso saber, no entanto, é que existem várias formas de exercitar o nosso cérebro e tentar driblar os efeitos da idade. Incluir na rotina um momento para estimular a memória, pode retardar os primeiros sinais de doenças cognitivas, como o Mal de Alzheimer. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença já atinge mais de 35 milhões de pessoas em todo mundo.

De fato, a idade nos torna mais suscetíveis às enfermidades diversas, muitas vezes neurológicas, e ao agravamento de transtornos mentais. Não há, porém, uma só medida de prevenção eficaz para todos os problemas.

Portanto, o melhor remédio para viver com saúde mental e neurológica boas, por mais tempo, é adotar hábitos saudáveis desde o início da vida.

Rotinas fazem parte da nossa vida. Realizamos o mesmo caminho para os lugares, nos adaptamos aos horários e entramos, consequentemente, no nosso modo automático. No entanto, para que nossa mente esteja ativa e saudável, é preciso quebrar esses dogmas que construímos.

Exercitar o cérebro é como deixá-lo mais forte, ou seja, quanto mais atividades, mais preparo mental.

Tentar se desvencilhar de hábitos, conforme falamos anteriormente, é uma maneira de estimular as funções cognitivas. Portanto, procure fazer um caminho diferente para algum lugar em que já está acostumado a frequentar.

Outra possibilidade é treinar dentro de casa. Aposte nos jogos e nos desafios de revistas, como palavras cruzadas e sudoku. Se a família for grande ou morar com mais alguém, vale a pena investir também em jogos de tabuleiro ou um xadrez.

Leitura é um exercício excelente para nossa mente. Experimente comentar com uma pessoa próxima sobre o que está lendo ou assistindo na televisão.

Isso também é válido para novas lições. Apesar de perder parte do rendimento com a idade avançada, o cérebro humano é capaz de aprender por toda vida. Por isso, descubra hobbies e atividades novas que tragam prazer e concentração para a rotina. Essas práticas estimulam não só a inteligência e a memória, como também melhora o humor, a partir do convívio e da troca social.

No início do texto, comentamos que quando o nosso corpo está bem, é mais provável que nossa mente também esteja. A relação é verdadeira. Afinal, o exercício físico aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro, além de estimular o surgimento de novas células cerebrais.

Dessa forma, além de trabalhar com o corpo, essencial para saúde em qualquer idade, essa é uma maneira de exercitar o cérebro. Assim, é possível prevenir algumas doenças físicas e mentais.

Não esqueça de procurar orientação médica antes de qualquer prática física. É fundamental entender as limitações do próprio corpo para realizar uma atividade prazerosa, ao mesmo tempo que saudável e segura. Caso contrário, o idoso pode comprometer ainda mais sua mobilidade, flexibilidade e agilidade, o que piora seu humor e sua motivação.

Alimentação também faz parte da rotina de quem deseja melhorar sua saúde cognitiva. Equilíbrio entre refeições saudáveis e prazerosas traz benefícios durante a vida inteira, e os bons hábitos desde cedo implicam saúde em dia na velhice.

Busque incorporar na dieta alimentos ricos em nutrientes e também aqueles que fornecem energia para corpo. A recomendação é do Ministério da Saúde para incentivar a alimentação mais natural e saudável, especialmente na terceira idade.

Por fim, sempre procure um médico e esteja atento aos sinais que o corpo apresenta. Nem sempre é o que imaginamos, mas é bom ter acompanhamento de um especialista da área da saúde. Cuidar da saúde da nossa cabeça é um ato de respeito conosco!

Fonte: Veja-saúde; Ministério da saúde

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